A criança e o modelo de política pública

A criança e o modelo de política pública

Quando a gestão do prefeito Luiz Fernando definiu que a infância seria prioridade em Jundiaí, entendemos que esta deveria ser uma política transversal, que passasse por todo o governo e fosse o norte para cada investimento. Ou seja: dentro das demandas sociais da cidade, era preciso considerar de que forma esse investimento também impactasse na atenção e planejamento para a infância.

 

A ação mais evidente sempre esteve na Educação, que, com programas especiais – entre eles, nossa “Escola Inovadora” – tratou de mudar a realidade do aprendizado, de forma a preparar nossas crianças para o futuro, incentivando o desenvolvimento de novos cérebros que, com certeza, lá na frente ajudarão a manter e construir conquistas.

 

A “Cidade das Crianças” também passa pelo ponto de vista urbanístico, com intervenções em ruas e calçadas, por exemplo, sempre pensando no convívio seguro da criança e dos pais que precisam tomar pra si os espaços públicos. Intervenções que estão também nas ações de esporte e lazer, com novas praças para famílias e seus pets e fechamento de vias para eventos especiais (Rua de Lazer).

 

Um dos grandes destaques é a nossa plataforma “Alertas da Primeira Infância”, que permite acompanhar o cotidiano dos cuidados das famílias com as nossas crianças. Na área da Saúde, por exemplo, é possível observar o andamento adequado da carteira de vacinação ou eventuais ausências das crianças em consultas médicas. Também na educação, é possível saber se as crianças estão frequentando ou não escolas ou creches. Com esses alertas, as equipes multidisciplinares atuam para ajudar às famílias nas suas necessidades e oferecer orientação adequada.

 

Assim, a plataforma ajuda a identificar e atacar os principais gargalos que prejudicam o desenvolvimento das crianças, além de subsidiar novos projetos sociais de apoio a famílias em vulnerabilidade.

 

E é aí que acabamos de avançar mais um passo na atenção à infância. Nesse mês de fevereiro de 2023, demos início às obras de um novo equipamento público com atuação intersetorial voltado às crianças na cidade: é o CRIA – Centro de Referência da Infância e da Adolescência, no Jardim Novo Horizonte, região que concentra o maior número de casos de violência contra mulheres, crianças e adolescentes.

 

A ideia não é apenas amparar as vítimas de violência doméstica, mas fortalecer o trabalho de prevenção. Precisamos conscientizar a população sobre a necessidade de erradicar a violência doméstica, divulgar os mecanismos legais para coibir o crime e entregar políticas públicas eficazes para combate.

 

O CRIA é um serviço em plataformas que une Saúde, Esporte, Educação, Cultura e Desenvolvimento Social, e que conta com um conjunto de ações preventivas e protetivas voltadas ao atendimento prioritário a cuidadores primários (especialmente as mães/mulheres), adolescentes e crianças.

 

A faixa etária atendida no CRIA é de crianças de 4 anos a 12 anos e 11 meses, adolescentes de 13 anos a 17 anos e 11 meses e cuidadores primários (especialmente mães/mulheres) das crianças e adolescentes atendidos. Quando entrar em funcionamento, estão previstas várias atividades culturais em contraturno escolar, entre elas rodas de conversas, oficinas culturais, esportes e oficinas de artesanato, por exemplo.

 

E é assim que pretendemos fortalecer nossas políticas em atenção à infância – unindo todos os setores da administração pública em ações que tenham como foco, principalmente, nossas crianças. Afinal, uma cidade boa para as crianças é uma cidade boa para todos!

 

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